Archive for March, 2010

Destino Lilongwe, Malawi

Sunday, March 28th, 2010
Malawi, Lilongwe
Na semana passada sai de Dubai para passar duas semanas na África. Estava bastante curioso porque seria a minha primeira viagem ao continente africano.
Deveria pegar o avião em Dubai às 2:30h da manhã. O vôo da Kenyan Airlines só saiu às 7:30h. Um atraso inicial de “apenas” cinco horas. Cheguei em Nairobi, Quênia,quatro horas depois, para pegar a minha conexão para Lilongwe, no Malawi. O vôo também estava atrasado. Bom, para resumir, cheguei em Lilongwe às 18:30h do sábado.
Apesar dos atrasos, foi uma viagem bem interessante. Fiquei surpreso com a chegada ao aeroporto, tudo tranquilo e arrumado. Peguei um táxi, trinta minutos depois já estava no Sunbird Hotel. E, devo dizer, feliz da vida.
O Malawi ficou bem conhecido porque foi onde a cantora Madona adotou uma criança algum tempo atrás. No domingo, peguei uma táxi e fui conhecer o Lago Malawi, que fica a aproximadamente 110 quilometros do hotel. Lindo e imenso, parece que estamos vendo o mar, e mal se enxerga a margem oposta, onde fica Moçambique.
Passei algumas horas num hotel à neria do lago, tomando um suco e vendo a vida passar tranquila. Nesta região visitei uma fazenda de crocodilos, onde, segundo informação local, são criados 18 mil crocodilos. Quando atingem três anos de idade, são mortos e a pele é exportada para confecção de cintos, bolsas e sapatos. Os crocos consomem 500 quilos de frango por dia. É realmente impressionante.
Outro passeio interessante foi numa fazenda de peixes ornamentais. Os peixes são são capturados no lago. São cerca de 125 espécies e, também, segundo informação local na qual não não acredito, existem mais de 1,000 espécies no lago, algumas delas ainda não catalogadas. O peixe mais conhecido é o Chambo. É o prato principal no Malawi e pode ser encontrato praticamente em qualquer restaurante. Foi o que jantei naquele dia.
A região do lago recebe muitos turistas, locais e internacionais, principalmente durante o fim de semana, acomodação parece ser fácil, uma vez que existem diversos hotéis na região.
Tentei visitar uma área de animais selvagens, mas, infelizmente, a estrada estava intransitável por ser a estação de chuvas. .
Foi um passeio interessante. Está tudo muito verde, vi diversas tribos ao longo do caminho. O Malawi, muitas vezes, me fez lembrar do Brasil, pela população, vegetação, topografia, e, em alguns momentos, pela pela pobreza. Sim, somos muitos parecidos.
As moças na rua

As moças na rua

Na semana passada sai de Dubai para passar duas semanas na África. Estava bastante curioso porque seria a minha primeira viagem ao continente africano.

Deveria pegar o avião em Dubai às 2:30h da manhã. O vôo da Kenyan Airlines só saiu às 7:30h. Um atraso inicial de “apenas” cinco horas. Cheguei em Nairobi, Quênia,quatro horas depois, para pegar a minha conexão para Lilongwe, no Malawi. O vôo também estava atrasado. Bom, para resumir, cheguei em Lilongwe às 18:30h do sábado.

A moça e o filho

A moça e o filho

Apesar dos atrasos, foi uma viagem bem interessante. Fiquei surpreso com a chegada ao aeroporto, tudo tranquilo e arrumado. Peguei um táxi, trinta minutos depois já estava no Sunbird Hotel. E, devo dizer, feliz da vida.

Aldeia no Malawi

Aldeia no Malawi

O Malawi ficou bem conhecido porque foi onde a cantora Madona adotou uma criança algum tempo atrás. No domingo, peguei uma táxi e fui conhecer o Lago Malawi, que fica a aproximadamente 110 quilometros do hotel. Lindo e imenso, parece que estamos vendo o mar, e mal se enxerga a margem oposta, onde fica Moçambique.

Passei algumas horas num hotel à neria do lago, tomando um suco e vendo a vida passar tranquila. Nesta região visitei uma fazenda de crocodilos, onde, segundo informação local, são criados 18 mil crocodilos. Quando atingem três anos de idade, são mortos e a pele é exportada para confecção de cintos, bolsas e sapatos. Os crocos consomem 500 quilos de frango por dia. É realmente impressionante.

O crocodilo avô, 45 anos e seis metros de comprimento

O crocodilo avô, 45 anos e seis metros de comprimento

18 mil crocodilos esperando a hora final

18 mil crocodilos esperando a hora final

Outro passeio interessante foi numa fazenda de peixes ornamentais. Os peixes são são capturados no lago. São cerca de 125 espécies e, também, segundo informação local na qual não não acredito, existem mais de 1,000 espécies no lago, algumas delas ainda não catalogadas. O peixe mais conhecido é o Chambo. É o prato principal no Malawi e pode ser encontrato praticamente em qualquer restaurante. Foi o que jantei naquele dia.

Na fazenda de peixes tropicais

Na fazenda de peixes tropicais

A região do lago recebe muitos turistas, locais e internacionais, principalmente durante o fim de semana, acomodação parece ser fácil, uma vez que existem diversos hotéis na região.

Canoa e epixes, ambos bem exóticos

Canoa e peixes, ambos bem exóticos

No lago Malawi

No lago Malawi

Profissão pescador

Profissão pescador

A moça e os peixes

A moça e os peixes

Tentei visitar uma área de animais selvagens, mas, infelizmente, a estrada estava intransitável por ser a estação de chuvas.

Alegria no rosto do menino, no caminho para o lago

Alegria no rosto do menino, no caminho para o lago

Foi um passeio interessante. Está tudo muito verde, vi diversas tribos ao longo do caminho. O Malawi, muitas vezes, me fez lembrar do Brasil, pela população, vegetação, topografia, e, em alguns momentos, pela pela pobreza. Sim, somos muitos parecidos.

Felizes, se divertem com o turista aqui

Felizes, se divertem com o turista aqui

Fotos: Paulo Siqueira


Dia de Turismo em Abu Dhabi

Saturday, March 6th, 2010
On the Road to Abu Dhabi

On the Road to Abu Dhabi

Hoje resolvi conhecer Abu Dhabi.
Trabalhei um pouco pela manhã de depois resolvi pegar a estrada.
Esta semana aluguei um carro por um mês, e que está me saindo 18 dólares por dia.
Achei o preço bom e pelo menos está me dando tranquilidade e liberdade em Dubai.
Não dependo mais do transporte público, das caronas dos amigos e estou ganhando mais tempo para mim mesmo.
A primeira tarefa para a viagem foi colocar gasolina no carro. Perdi umas duas horas rodando pelas ruas de Dubai procurando um posto para abastecer.
Rodei até não poder mais, e cada vez que avistava um posto, ele estava do outro lado da avenida.
As ruas e avenidas de Dubai não são lineares, e o caminho mais curto normalmente é uma longa volta por uma direção oposta a que você pensa ser a correta.
Não existe um caminho direto, não importa que seja nas estradas, nas ruas, nos viadutos, nos shoppings.
Acho que estou começando a entender a cultura local. Eles pensam como escrevem, e escrevem como planejam, a caligrafia árabe é bem rebuscada e cheia de voltas.
Finalmente achei um posto, enchi o tanque, o que me custou mais ou menos 25 reais.
Animado, coloquei um CD e acelerei o carro a 120 km/h pela Sheikh Zayed Road em direção a Abu Dhabi, onde cheguei uma hora mais tarde, depois de ter rodado uns 120 quilometros.

Chegando na Mesquita Sheikh Zayed

Chegando na Mesquita Sheikh Zayed

Minha primeira parada foi na Mesquita Sheikh Zayed, um impressionante e majestoso edifício na entrada de Abu Dhabi. Passei um bom tempo visitando a mesquita, tirando fotos e também orando pela paz e pelo entendimentos entre os povos.

O Menino Brinca

O Menino Brinca

Mesquita Sheikh Zayed

Mesquita Sheikh Zayed

Mesquita Sheikh Zayed

Mesquita Sheikh Zayed

Mesquita Sheikh Zayed

Mesquita Sheikh Zayed

Interior da Mesquita Sheikh Zayed

Interior da Mesquita Sheikh Zayed

Orando na Mesquita Sheikh Zayed

Orando na Mesquita Sheikh Zayed

Até ele estava Impressionado pelo Tamamho da Mesquita

Até ele estava Impressionado pelo Tamanho da Mesquita

Detalhe do Carpete do Interior da Mesquita

Detalhe do Carpete do Interior da Mesquita

Paulo na Mesquita Sheikh Zayed

Paulo na Mesquita Sheikh Zayed

De lá segui até Corniche, com suas belas praias e prédios luxuosos. Parei para visitar a “Heritage Village”, onde existe um sítio arqueológico e um museu histórico. Achei tudo bem decadente e desiteressante. Em companhia de vários turistas russos e do leste europeu, almocei num restaurate lá mesmo, um “self-service” com o preço condizente com a qualidade.O almoço, com direito a refrigerante custou 30 reais.

Vista de Abu Dhabi no almoço no "Heritage Village"

Vista de Abu Dhabi em meu Almoço no "Heritage Village"

Como já estava ficando tarde peguei o caminho de volta, tomando o cuidado de sair da frente das ferraris, porches, mercedes que passaam por a mim a mais de 180 km/h.

Fotos: Paulo Siqueira