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Ramazan Mubarak

Sunday, September 13th, 2009
Lua Cheia

Ramadã e o Ciclo Lunar

Ramadan, Ramazan, ou Ramadã é o nono mês do calendário islâmico. É o mês durante o qual os muçulmanos praticam o jejum. O Ramadã, aqui no Paquistão, começou em 22 de agosto, e deve terminar depois de 30 dias.

É a segunda vez que estou vivendo em país um muçulmano durante o mês do Ramadã. È sempre uma experiência interessante.

Durante este período, para evitar constrangimentos, alimento-me em casa.

A primeira vez tive contato direto com o Ramadã foi na Palestina, quando trabalhei para a ONU. Vivia e trabalhava em Ramallah, na Cisjordânia.

O Ramadã está sempre relacionado com o ciclo lunar, o início do Ramadã coincide com  com a aparição da lua. È sempre um acontecimento importante para todos por aqui, e noticiado pelas mesquitas, imprensa, rádios e TV. A jornada de trabalho é menor.

O jejum é observado durante todo o mês, do amanhecer  ao anoitecer. Além da comida, bebida, inclusive água, as relações sexuais também não são permitidas. As refeições mais importantes passam a ser o Sehri, que é a refeição da manhã e o Iftar, no final do dia.

É impressionante quando, circulando de carro pela cidade, durante o horário do Iftar, não se vê viva alma nas ruas. Tudo deserto.

Além do jejum, existe todo um processo de reflexão espiritual, reunir a família e amigos numa celebração de fé, caridade, alegria e compromisso em ajudar o próximo aos pobres.

Vi várias vezes, carros parando nas ruas e oferecendo comida para os guardas nos postos de segurança (check-points).

O Ramadã termina com o Eid ul Fitr, que é a refeição do fim do jejum. Ocorre quando a lua nova é vista no céu.

Tudo isto acontece num país em guerra. Nem sempre o lado bom e sagrado prevalecem – é uma pena!

Na próxima postagem vou comentar sobre o onze de setembro e o significado desta data no Paquistão.

“Ramazan mubarak”
Ramadan, Ramazan, ou Ramadã é o nono mês do calendário islâmico. É o mês durante o qual os muçulmanos praticam o jejum. O Ramadã, aqui no Paquistão, começou em 22 de agosto, e deve terminar depois de 30 dias.
É a segunda vez que estou vivendo em país um muçulmano durante o mês do Ramadã. È sempre uma experiência interessante.
Durante este período, para evitar constrangimentos, alimento-me em casa.
A primeira vez tive contato direto com o Ramadã foi na Palestina, quando trabalhei para a ONU. Vivia e trabalhava em Ramallah, na Cisjordânia.
O Ramadã está sempre relacionado com o ciclo lunar, o início do Ramadã coincide com  com a aparição da lua. È sempre um acontecimento importante para todos por aqui, e noticiado pelas mesquitas, imprensa, rádios e TV. A jornada de trabalho é menor.
O jejum é observado durante todo o mês, do amanhecer  ao anoitecer. Além da comida, bebida, inclusive água, as relações sexuais também não são permitidas.
As refeições mais importantes passam a ser o Sehri, que é a refeição da manhã e o Iftar, no final do dia.
É impressionante quando, circulando de carro pela cidade, durante o horário do Iftar, não se vê viva alma nas ruas. Tudo deserto.
Além do jejum, existe todo um processo de reflexão espiritual, reunir a família e amigos numa celebração de fé, caridade, alegria e compromisso em ajudar o próximo o aos pobres.
Vi várias vezes, carros parando nas ruas e oferecendo comida para os guardas nos postos de segurança (check-points).
O Ramadã termina com o Eid ul Fitr, que é o banquete do fim do jejum. Ocorre quando a lua nova é vista no céu.
Tudo isto acontece num país me guerra. Nem sempre o sagrado prevalece – é uma pena!

Na

próxima postagem vou falar sobre o onze de setembro e o significado desta data no Paquistão.