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Em Lisboa, à Caminho do Continente Africano

Thursday, March 3rd, 2011

Novamente na estrada e, mais uma vez, de volta ao continente africano.

Vou trabalhar por um mês na Guiné-Bissau. Estou muito curioso, pois é uma país de língua portuguesa. O segundo país de língua portuguesa, fora o Brasil, onde trabalho. O primeiro foi o Timor Leste.

Caminhando por Lisboa

Caminhando por Lisboa - Lindo dia

Ante de chegar a Bissau, capital da Guiné-Bissau, fiz uma escala técnica em Lisboa, Portugal. Cheguei por volta do meio-dia de um domingo. O avião para a África partia somente às 10 horas da noite.
Aproveitei para desfrutar algumas horas na linda capital portuguesa, e que, segundo um amigo português, é a mais linda cidade do mundo, depois do Rio de Janeiro.

Fonte

Caminhando por Lisboa - Fonte

Bom, a primeira preocupação ao passar pela imigração e sair no saguão do aeroporto, foi o almoço. Peguei um táxi e fui para a região de Alcântara, onde fica a Taberna Ideal.

A Taberna  foi recomendação de uma amigo português, um especialista em cozinha, o qual conheci, há alguns anos atrás, no Timor Leste. O amigo já tinha feito a reserva e o meu lugar estava garantido na pequena e simpática Taberna.

Rua da Taberna Ideal

Rua da Esperança, onde fica a Taberna Ideal

A indicação não podia ser melhor. Frequentada por famílias de portugueses. O único turista era eu.
A comida deliciosa, o preço justo, o vinho ótimo. Saboreei um atum grelhado com ervas e batatas. Tudo na medida certa.
A simpática Taberna tem várias opções e o menu fica na parede, onde é atualizado diariamente, dependendo do que está disponível no mercado.

Taberna Ideal

Taberna Ideal

Depois da boa refeição, uma caminhada pelo centro de Lisboa aproveitando o lindo dia e o céu azul. Um café e de volta ao aeroporto.

Caminhando por Lisboa

Caminhando por Lisboa

Caminhando por Lisboa

Caminhando por Lisboa

Caminhando por Lisboa - Grafite

Caminhando por Lisboa - Grafite

À noite, embarquei para Bissau, para um voo de quatro horas. Curioso por chegar, não senti o cansaço da viagem que começara no dia anterior, no aeroporto de Viracopos, em Campinas.
Ao chegar a Bissau, ao passar pela imigração, paguei 85 euros pelo visto. Tudo certo, aguardei a minha bagagem junto à uma multidão de pessoas, passageiros, carregadores, militares, funcionários e uma freira brasileira, que mora já a quatorze anos na Guiné-Bissau. Ao sair do aeroporto, o motorista me aguardava com uma placa na mão onde estava escrito o meu nome.

Pelo caminho esburacado e escuro, cheguei ao hotel. Um bom começo de viagem, não é mesmo?

Fotos: Paulo Siqueira