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Lilongwe-Dubai-São Paulo

Tuesday, April 6th, 2010
Lilongwe-Dubai-São Paulo
Minha última viagem, a que fiz ao Malawi, foi muito especial.  Foi meu primeiro trabalho no continente africano. De Lilongwe, a capital, fui para Blantyre e Zomba, no sul do país. Foram cinco horas de carro até Blantyre, e mais uma hora entre Blantyre até a cidade de Zomba, onde partcipei de uma reunião. O motorista não era grande coisa e, receoso de um acidente, passei a administrar suas temerárias ações ao volante bem de perto. Funcionou e, com a ajuda de uma gratificação em mil kwachas (moeda local), mais ou menos dez reais, sobrevivemos!
A estrada, em boa parte, era a linha divisória com Moçambique. Posso afirmar que, muitas e muitas vezes, tive a sensação de estar no Brasil.
Em Blantyre, onde fiquei por cinco dias, trabalhei bastante e tive pouco tempo para turismo. De toda maneira, à noite, íamos jantar em diferente restaurantes. Comida com muita influência indiana e chinesa. A temperatura estava agradável, o que possibilitou algumas caminhadas pela cidade. No céu, o cruzeiro do sul brilhava.
O Malawi, é um dos países mais pobres do mundo, mas devo dizer que fiquei surpreso. Apesar da pobresa, que me parece muito  mais consequência de problemas administrativos e corrupção, o país é lindo, a população alegre e o clima muito agradável.
De volta a Lilongwe, o ponto alto foi um passeio no mercado livre. O mercado, situado no bairro mais popular, é um intrincado amontoado de barracos de madeira onde se vende de tudo, de comida, a roupas, remédios, CDs, fitas cassete, e até peças de carro. Nosso motorista, o Matinga, nos acompanhou. O que nos deu coragem para andar pelos labirintos do mercado e por suas estreitas passagem.
As fotos não eram bem-vindas, mas consegui fotografar alguma coisa.
Depois de duas semanas no Malawi, e muito trabalho, com direito a insônia e tudo, voei para Nairobi, no Quênia, de lá para Dubai e depois para São Paulo.  No total, foram mais de quarenta horas de viagem, com algumas sonecas nos saguões do aeroportos.
Uma visão comum, a moça, frutas na cabeça e a criança no colo

Uma visão comum, a moça, frutas na cabeça e a criança no colo

Minha última viagem, a que fiz ao Malawi, foi muito especial.  Foi meu primeiro trabalho no continente africano. De Lilongwe, a capital, fui para Blantyre e Zomba, no sul do país. Foram cinco horas de carro até Blantyre, e mais uma hora entre Blantyre até a cidade de Zomba, onde participei de uma reunião.

Este é o presidente do Malawi, Dr. Bingu

Este é o presidente do Malawi, Dr. Bingu

O motorista não era grande coisa e, receoso de um acidente, passei a administrar suas temerárias ações ao volante bem de perto. Funcionou e, com a ajuda de uma gratificação em mil kwachas (moeda local), mais ou menos dez reais, sobrevivemos!

No Hotel, em Blantyre

No Hotel, em Blantyre

A estrada, em boa parte, era a linha divisória com Moçambique. Posso afirmar que, muitas e muitas vezes, tive a sensação de estar no Brasil.

Em Blantyre, onde fiquei por cinco dias, trabalhei bastante e tive pouco tempo para turismo. De toda maneira, a noite, íamos jantar em diferente restaurantes. Comida com muita influência indiana e chinesa. A temperatura estava agradável, o que possibilitou algumas caminhadas pela cidade. No céu, o cruzeiro do sul brilhava.

Paulo no trabalho

Paulo no trabalho

Trabalho é sempre coletivo

Trabalho é sempre coletivo

O Malawi, é um dos países mais pobres do mundo, mas devo dizer que fiquei surpreso. Apesar da pobreza, que me parece muito  mais consequência de problemas administrativos e corrupção, o país é lindo, a população alegre e o clima muito agradável.

Paco, Vick e Bereng, colegas de trabalho, no mercado em Lilongwe

Paco, Vick e Bereng, colegas de trabalho, no mercado em Lilongwe

De volta a Lilongwe, o ponto alto foi um passeio no mercado livre. O mercado, situado no bairro mais popular, é um intrincado amontoado de barracos de madeira onde se vende de tudo, de comida, a roupas, remédios, CDs, fitas cassetes, e até peças de carro. Nosso motorista, o Matinga, nos acompanhou. O que nos deu coragem para andar pelos labirintos do mercado e por suas estreitas passagens.

As fotos não eram bem-vindas, mas consegui fotografar alguma coisa.

Ela também vende tomates, mas esatva com vergonha

Ela também vende tomates, mas estava com vergonha

Época de tomates no mercado

Época de tomates no mercado

Fabrica de sandálias com material reciclável

Fabrica de sandálias com material reciclável

No mercado, a venda dos miúdos peixes

No mercado, a venda dos miúdos peixes

Poida ser uma feira no Brasil, não podia?

Podia ser uma feira no Brasil, não podia?

No mercado, rola até um joguinho

No mercado, rola até um joguinho

Medicina local, esta é a doutora africana

Medicina local, esta é a doutora africana

Época de Tomates

Época de Tomates

Depois de duas semanas no Malawi, e muito trabalho, com direito a insônia e tudo, voei para Nairobi, no Quênia, de lá para Dubai e depois para São Paulo.  No total, foram mais de quarenta horas de viagem, com algumas sonecas nos saguões do aeroportos.

Venda de artesanato nas ruas

Venda de artesanato nas ruas

Finalmente cheguei em casa, depois de um bom tempo trabalhando fora do Brasil.

Fotos: Paulo Siqueira